SatoPrado - coletâneas

ATENÇÃO: Acesso gratuito às coleções de jornais e de antigos documentos eclesiais, cartoriais e político-administrativos para Santa Cruz do Rio Pardo de antigamente. Site ainda em construção, porém já disponíveis alguns arquivos em: http://pradocel.wix.com/satoprado

domingo, 4 de abril de 2010

SatoPrado - trabalhos e títulos publicados

"Descobrir afazeres e a ele dedicar-se todas as estações do ano, para que os dias não lhe sejam enfadonhos" (SatoPrado)
As quatro estações do ano, em japonês, do alto à direita em sentido horário: haru 春 primavera,
natsu 夏 verão, fuyu 冬 inverno e aki 秋 outono
Celso Prado: Funcionário público estadual, aposentado.
- Pedagogo – especialista em educação; Teólogo – formação em teogonias e teologia psicanalítica; História do Brasil - programa de educação continuada.

- Pesquisador da história regional entre os rios Tietê e Paranapanema, a partir da Serra Botucatu às barrancas do Rio Paraná e outros estudos. 

Junko Sato Prado: Servidora pública estadual, aposentada.
- Cirurgiã-dentista; Magistério; Memorialista – pesquisadora da história regional entre os rios Tietê e Paranapanema, a partir da Serra Botucatu às barrancas do Rio Paraná.
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Ambos, memorialistas, atuantes no resgate histórico-documental  civilizatório do último rincão inculto da Província – depois Estado – de São Paulo, entre os rios Tietê e Paranapanema, desde a descida da Serra Botucatu às barrancas do Rio Paraná, a contar de 1850/1851.
São autores, em parceria, dos estudos historiográficos e outros títulos, com endereçamentos eletrônicos conforme a seguir:


1. 'Razias - (...)', 2005:
Nenhum historiador atual contesta presença do homem branco no Planalto Piratininga, por volta de 1532, pela Peabiru, quando "Martim Afonso de Souza (...) perlongava o litoral e fazia as primeiras penetrações no interior" (Gomes, 1972: 21), através dos colonos de São Vicente que alcançaram e firmaram as fundações de Santo André da Borda do Campo e Piratininga [São Paulo].
O jesuíta Luiz Gonzaga Cabral, ao mencionar Aleixo Garcia [século XVI], confirma estradas terrestres e fluviais para interiorizações, que os padres "abriram as estradas de Santos a São Paulo e mais outras para o interior, especialmente uma por Botucatu até o aldeamento do Paranapanema com comunicação fluvial para Mato Grosso." (Apud Donato, 1985: 35), situação entre 1608 a 1628, a tratar-se sabidamente de aproveitamentos da senda Peabiru.
Os jesuítas espanhóis, responsáveis pelos aldeamentos indígenas às margens do Paranapanema e tributários, entre 1608 e 1628, sabiam da velha estrada: "Durante o período da catequese heroica, os religiosos, quase sempre os jesuítas, serviram-se da velha e segura orientação que era o Peabiru para saírem ao sertão" (Donato, 1985: 35), depois o atalho desde a Serra Botucatu a Paranan-Itu – conhecido por 'Salto das Canoas' (Aloísio de Almeida, 1959: 168), ou 'Quebra Canoas' pelos conquistadores mineiros, onde uma estalagem.
Referido atalho foi largamente utilizado por entradistas, bandeirantes, faiscadores, contrabandistas de ouro e buscadores de outras riquezas, além dos caçadores de índios para escravização, conforme atestam relatos oficiais entre 1719/1779.
Abaixo do Parananitu o Rio Paranapanema era navegável até sua foz no Paraná, além dos feixes de caminhos fluviais e terrenhos que conduziam às proximidades da barra do Iguaçu, em qual lugar o baixio permitia melhor acesso para o Paraguai, terra de passagem, rumo aos Andes.
http://celsoprado-razias.blogspot.com.br

2. 'Historiografia para Santa Cruz do Rio Pardo', 2012:
Os autores não nasceram em Santa Cruz do Rio Pardo, por questão geográfica sobre a qual ninguém exerce vontade alguma, mas escolheram-na por razão consciente para nela viver e, possivelmente, morrer. A coautora, por exemplo, ainda infante chegou com os seus pais na década de 1950, e depois, já formada optou pela permanência, enquanto o coautor, livremente, manifestou preferência pelo lugar, e ambos se conheceram e se casaram, gerando filhos natos santacruzenses. 
Coincidências, em Santa Cruz do Rio Pardo foram pioneiros alguns dos antepassados do coautor, primeiro o Soares – cofundador, depois o Moreira da Silva, o Camargo Prado, o Ortiz de Oliveira, o Salles e o Terra, todos amanhadores do sertão bravio, com muitos erros e violências contra os indígenas, porém sem a justificativa malandra da absolvição pela dirimente da perturbação dos sentidos e da inteligência.
Santa Cruz do Rio Pardo cresceu e alguns dos desbravadores partiram para conquistas de terras adiante e, por lá, muitos ficaram, alguns retornaram, e a localidade prosperou recebendo de braços abertos todos que a desejaram, os nacionais e os imigrantes de diversos países – estes últimos mais de três décadas depois de domado o sertão, inclusos aqueles que antes experimentaram outros ou novos campos e, por vontade livre de escolha ou corridos pelo coronelismo dos anos de 1890, em Santa Cruz encontraram a guarida e paz para si e familiares.
Ao coautor quase nada interessa o pioneirismo legítimo de seus antepassados, mas muito lhe importa aquilo que os descendentes deles e dos tantos acolhidos podem fazer por uma Santa Cruz do Rio Pardo melhor, livre da corrupção e xenofobia de poucos. 

3. 'Santa Cruz do Rio Pardo: Memórias (...)', 2013:
A história informada para Santa Cruz do Rio Pardo, em 1887 (Almanach da Provincia de São Paulo, 1887: 541/542), ignorava o tempo da chegada de Manoel Francisco Soares, porém tinha-o na lembrança como o pioneiro que, acercado de destemidos companheiros, muito combatera os indígenas ferozes que infestavam a região, e, na sede da fazenda onde residia, fincou a "cruz de madeira, que orgulhosamente se ostentava na beira do terreiro de sua habitação". 
O pioneiro mandara, ainda, construir pequeno espaço religioso, coberto "com taquáras rachadas e sobre-postas umas ás outras (...). E desde então ficou a Santa Cruz como sendo a padroeira da povoação", visualizada a formação de uma freguesia em suas terras.
Igualmente lembrado pelo mesmo almanaque a presença do Padre João Domingos Figueira, aquele que concorrera para execução do plano adotado pelo sertanejo na formação do povoado, conseguindo dele a doação de terrenos para o Patrimônio da Santa Cruz e, de imediato, fazendo levantar um templo religioso e nele entronar a imagem de São Sebastião, doada pelo Soares, e "ahi Manoel Francisco, sua numerosa familia, e todos os já então habitantes deste sertão e dos terrenos do patrimônio, se reuniam (...)", e o lugarejo tornou-se Capela, em 1862, como povoação oficialmente reconhecida.
O histórico publicado em 1887 teve por objeto a história local, a partir de 1870, com a chegada do fazendeiro e capitalista Joaquim Manoel de Andrade, o principal agente transformador do capenga lugarejo em próspera comunidade: "Os ranchos desde então foram esquecidos e, podemos affirmar, Santa Cruz do Rio Pardo nasceu em 1872, sendo desde então rapido o seu progresso e admiravel os melhoramentos que tem recebido."
Segundo a narrativa, a Santa Cruz de 1872 deixava a condição de Capela para transformar-se em Freguesia, sinônimo de progresso, sob os auspícios de Joaquim Manoel de Andrade, o mais rico e influente nome no lugar, inclusive o responsável pela elevação santacruzense à condição de vila e, consequentemente município, em 1876.
http://satoprado-ebook.blogspot.com.br

4. 'Santa Cruz (...) – nos tempos dos coronéis ...', 2015:
A civilização branca em Santa Cruz do Rio Pardo iniciou-se em 1850/1851, com Manoel Francisco Soares e outros assumindo terras recebidas, entre aguadas, pelas participações e em grau de importância na Guerra ao Índio comandada pelo bandeirante José Theodoro de Souza. 
Daí surgiu pequeno agrupamento humano branco no pontal Pardo/São Domingos que em 1862 tornou-se Capela por doações de terras para o patrimônio de Santa Cruz, graças ao Padre João Domingos Figueira, religioso e fazendeiro. 
Um povoado capenga que ganhou impulso desenvolvimentista em 1870 com a chegada de Joaquim Manoel de Andrade. 
Ainda em 2005 se imaginava Santa Cruz constituída vila, consequentemente município, firmada no ideário do líder Andrade, "o patriarcha de nossa localidade pelo muito que ella lhe deve" e "venerando ancião" (Correio Paulistano, edição de 10/04/1884: 1-2), político conservador, responsável pela elevação do lugar à condição de Freguesia e depois Vila.
Na condição de Vila, em 1876, Santa Cruz obteve o direito em escolher seus representantes pelo voto, e o Correio do Sertão, numa publicação sobre as origens do lugar (1902: 19/07/1902: 2-3), sem mencionar indícios de disputas partidárias. 
Não significou assim. A primeira eleição municipal transcorreu num clima de ameaças e violências, necessitando o governo provincial enviar tropa para garantir a segurança dos pleitos, e a volante terminou detida por ordem e ação do delegado de polícia local, em exercício (RG, U 1127, 1877/1878: 50).
Os partidos Conservador e Liberal rivalizaram-se, o primeiro chefiado por Joaquim Manoel de Andrade, vinculado ao Deputado Emygdio José da Piedade, e o seguinte por Joaquim José Botelho, sob as ordens diretas do coronel Francisco Dias Baptista, o truculento chefe político da Comarca de Lençóis Paulista, inclusa Santa Cruz.
Inciava-se o tempo dos coronéis e mandatários que atingiu o auge com o coronel Antonio Evangelista da Silva - Tonico Lista [1906/1922], e somente viria se encerrar em 1930, quando mandatário o tenente-coronel Leônidas do Amaral Vieira.
Os partidos disputantes diferenciavam-se. O Conservador a defender o poder centrado na autoridade do Imperador, com relativa autonomia provincial, enquanto o Liberal a identificar-se com parlamento forte e autonomia provincial ampliada.
As diferenças entre os partidos não eram problemas quando em jogo interesses comuns, ambos escravagistas e do patriciado, isto é, dos capitalistas e dos proprietários de bens identificados nas terras e escravos, com predomínio conservador no funcionalismo público, ao passo que os liberais atraíam comerciantes e autônomos. Os votos eram 'encabrestados', para a garantia de resultados aos candidatos apoiados.
O Partido Republicano Paulista - PRP, já realidade provincial em 1873, não tinha filiados em Santa Cruz do Rio Pardo quando das primeiras eleições municipais em 1875/1876.
http://santacruzdeantigamente.blogspot.com.br

8. 'De um lugar chamado Santa Cruz do Rio Pardo', 2016:
Ensaios. Santa Cruz do Rio Pardo tem o registro inicial de sua história, como povoação - Capela, em duas cartas escritas pelo Reverendo Padre João Domingos Figueira, a segunda, com segurança documental, escrita em fevereiro de 1864, na localidade de Bom Sucesso, atual Caconde, onde o autor manifesta sua decepção paroquial e o desejo em retornar para Santa Cruz do Rio Pardo.
A primeira carta, documento incontestável, seria de 1862/1863, escrita em Santa Cruz do Rio Pardo, antes do autor mudar-se provisoriamente para Bom Sucesso, sendo perceptível neste documento a intenção do autor assumir os serviços religiosos na localidade surgente que ele ajudou levantar.
As duas cartas são relatam a origem do lugar, desde a doação do terreno para a formação do povoado, às primeiras casas, a igreja e o cemitério, inclusive já dimensionando o território rural para a formação da Capela.
A Santa Cruz de 1862 possuía 18 ou 20 fogos - moradias, reconhecida oficialmente em novembro daquele ano pela Câmara Municipal de Botucatu num ofício ao governo da província de São Paulo, e pela Igreja Católica num assento eclesial.
https://satoprado-santacruzdoriopardo.blogspot.com.br

-Também são titulares dos seguintes registros:

1. 'Selhama – o fenômeno paranormal", 1999:
Romance - a paranormalidade como sentido de vida.
O espanhol Guido Lopez de Larosa estava bastante eufórico ao entrar no Cartório de Registro Civil, seguido de duas testemunhas:
– “Mi nieta nasció!”.
O escrevente lhe deu os parabéns, e uma série de perguntas como que a compartilhar da alegria do avô materno: como fora o parto, quando nasceu, se cesariana (já tinham essa novidade de cidade grande) ou normal, qual o sexo, quanto pesou, coisas assim que todos dali já sabiam em se tratando da neta do 'Espanhol', num horrível portunhol naquela velha mania de brasileiro adaptar-se ao estrangeiro por pensar em ajudar e fazer-se melhor entender, quando não puro exibicionismo de mostrar-se poliglota de plantão, antes de compenetrar-se no devido lançamento de registro.
– Qual nombre de su niêta? senior de Larosa.
– Mi nieta? Oh! si, se llama Isabel Martinez de Larosa Salles.
E a recém nascida teve em sua certidão de nascimento o pomposo nome Selhama Isabel Martinez de Larosa Salles, nascida em 1968, naquela mesma antes cidadezinha do Vale da Ribeira, em pleno vigor dos anos de chumbo no país; aliás, seu pai que antes trabalhara como Diretor na empresa de extração de calcário, encontrava-se ausente na ocasião, uns dizem que preso em razão de greve ocorrida dois anos antes e por ele pressupostamente liderada, outros que o Partidão (Partido Comunista Brasileiro) o escondera em algum lugar do Brasil - a esposa acompanhara-o até mais ou menos recente para voltar grávida, não faltando comentários de que Salles, como era conhecido, já se encontrava em Cuba, China, Albânia ou mesmo nalgum lugar da União Soviética, com o endurecimento do regime político brasileiro dos generais.
https://satoprado-selhama.blogspot.com.br

2. 'Além das fronteiras e mistérios do desconhecido', 2000:
Dos grandes mistérios que, desde a antiguidade, interessam ao homem independentemente de sua crença ou o não crer, de classe social ou nível de intelectualidade, porque são verdades inerentes ao ser, essencialmente psíquico, obrigado a se relacionar com a natureza física e forças interativas.
Exatamente nestes aspectos a religiosidade, ou mesmo o ateísmo, age como interação homem/natureza a satisfazer não apenas as necessidades básicas da sobrevivência, mas a própria razão da existencialidade, porque é pela natureza, integrada ao Cosmo, que o homem se faz presente e dominador no planeta.
-Advertências: 
Assuntos abordados como magias, mancias, etc, são práticas condenáveis pela maioria das seitas cristãs, derivadas do cristianismo paulino, assim como condenam contraceptivos (camisinha, pílulas anticoncepcionais, DIU 'dispositivo intra uterino'), o sexo antes e fora do casamento, abortos, etc. Não leia as matérias inseridas, caso você tenha temores de atrapalho à sua religiosidade; pois, com certeza, atrapalharão sim a sua vida espiritual, com as novas possíveis descobertas.Por conseguinte, este trabalho não tem pretensões de ineditismo, e sim de apanhados acerca do além dos mistérios e fronteiras do incognoscível, e dele querer saber. Óbvio que para se chegar a esta apresentação diversos livros foram procurados, além das pesquisas e buscas de respostas aos temas propostos para melhor formar opiniões e, assim, ordenar assuntos dentro das desordens encontradas, a ponto da oportunidade deste ensaio e tópicos nele inseridos e postos estimuladores para o presente título.
https://satopradomisteriosdesconhecidos.blogspot.com.br

3. 'Rita Emboava – segredos revelados', 2010:
Descrição documentada sobre uma mulher hanseniana considerada santa popular  para Santa Cruz do Rio Pardo.
Rita Emboava, Sinhá ou Nhá Rita, também Ritinha, mulher agraciada no imaginário popular santacruzense, com absoluta segurança histórica viveu na localidade entre os anos de 1874 a 1931. Ela sofria o 'Mal de Hansen', manifesto pelo menos desde a última década do século dezenove, e todos que a conheceram sabiam disto.
Rita, por todos os documentos levantados nasceu em Santa Cruz da Boa Vista, atual distrito de Domélia, no município de Agudos - SP.
Não se sabe desde quando Rita residente em Santa Cruz do Rio Pardo, certamente depois de casada e após a viuvez, acolhida pelo médico italiano Samuel Genuta, o primeiro profissional na localidade, que estudava e tratava doentes de acometidos de 'hanseníase', enfermidade então denominado lepra, em sua chácara, lugar posteriormente denominado 'Domicílio dos Leprosos', nas imediações do Ribeirão de São Domingos – antes da Rua Saldanha Marinho.
Testemunhos de pessoas que conheceram Rita descrevem-na pessoa miúda, humilde e muito doente, que jamais reclamava de sua moléstia, sempre otimista e pronta para aconselhamentos, às muitas pessoas que iam procura-la por problemas aflitivos diversos, a troco de alimentos, roupas e artigos de limpeza.
Apesar da sua miserabilidade, 'Nhá Rita' sempre repartia seus ganhos com outros hansenianos acampados na Água dos Pires – lugar então retirado da cidade.
http://satoprado-ritaemboava.blogspot.com.br

4. 'Armando [Portezan] Vizetiv, savant santacruzense', 2016:

O semanário Debate, trouxe em sua edição de 30 de agosto de 2009:
—Morreu o inesquecível "super­homem"—
-LUTO Armando tinha problemas mentais, mas era adorado pelas crianças-
"Como Armando Vezetiv ninguém o conhecia. Mas se alguém perguntasse pelo "super-homem" ou "tarzan", não havia ninguém que não o admirasse. Os apelidos lembravam personagens que ele gostava de imitar. O homem que há muitos anos alegrava crianças e adultos pelas ruas da cidade morreu no início da noite de terça-feira, 25, com o coração fraco. Ele foi enterrado seguinte."
"Vegetariano convicto e cheio de manias, Armando era um dos 7 irmãos da família Vezetiv. A irmã Elza conta que ele já tinha problemas mentais na infância, mas isto não o impediu de ler muito. De tanto "devorar" livros virou auto-didata e, inclusive, ajudava estudantes nos trabalhos escolares. Era, ainda, exímio desenhista. Notívago, ele passava as noites lendo e desenhando. Sabia também inglês. Frequentou durante muitos anos as oficinas do DEBATE e, inclusive, comentava notícias."
"Uma de suas manias era fugir de médicos. Donte há semanas, ele finalmente se rendeu aos apelos da família e foi internado na Santa Casa. Aos 68 anos, o coração fraco não resistiu. Armando morreu às 19 h de terça-feira. No enterro, uma criança colocou no caixão um bilhete e um desenho, como que agradecendo a alegria que o amigo dos baixinhos sempre proporcionou. "Foi a homenagem mais emocionante que ele recebeu", admite a irmã Elza."
https://satoprado-tarzan.blogspot.com.br

5. 'Jornais santacruzenses', 2016 - disposição:
O jornalismo santacruzense teve seu início ainda no século XIX (1895), justificado pela promissão do município em relação ao seu desenvolvimento, portanto centrado na produção capitalista, através de um grupo intelectual formado de profissionais liberais.
A história local e regional encontra-se, nas páginas dos jornais santacruzenses, a contar de 1902. Antes disto é preciso recorrer aos jornais paulistanos, de cidades paulistas mais antigas, dos provinciais (estaduais) ou aos almanaques e publicações em Diários Oficiais a seu tempo.
Dos recursivos locais somente foi possível resgatar acontecimentos graças a Adair de Almeida Junior – funcionário público do Poder Judiciário, colecionador de exemplares, vocação herdada do sogro, o escrivão de polícia Cyro de Oliveira. Para o acervo dos autores, também de importância os números conservados pelo funcionário público municipal, Elias do Carmo. Muito valiosa, também, a cooperação da funcionária pública municipal, Maria Helena Cadamuro, responsável pelo Museu Municipal de Chavantes - SP, que em 2011/2012 disponibilizou seu acervo particular com cópias do Correio Paulistano.
A estes nomes, o reconhecimento dos autores, cientes que o trabalho proposto estaria incompleto sem tais contribuições.
A história santacruzense, para o resgate completo, deve muito aos jornais da grande imprensa, editados nas capitais de diversos estados e cidades maiores, disponibilizados pela Biblioteca Digital Nacional, e pelo Arquivo do Estado de São Paulo, e outros órgãos de informação, todos nominalmente referenciados, inclusive acervos próprios de empresas jornalísticas.
http://pradocel.wixsite.com/satoprado

6. 'Mara Lucia – um crime sem prescrição', 2018:
Aos 11 de novembro de 1970, uma criança de nove anos desapareceu da frente de sua casa, em Bauru, cidade do interior de São Paulo. Seu nome, Mara Lucia Vieira, filha de João Vieira e Leda Grossi Vieira, endereço Rua Engenheiro Saint Martin, nº 14-5, esquina com a Benjamin Constant.
Primeiro se pensou que a menina resolvera, na tarde da quarta-feira de 11 de novembro de 1970, por volta das 16,00 horas, avançar além das calçadas de sua casa, às ocultas da mãe, para brincar com coleguinhas nas adjacências, ou até mesmo mais distante a entreter-se, nalgum lugar, alheia às preocupações que sua ausência viesse causar.
Mara Lucia, entretanto, não mais regressaria ao lar, para ser encontrada, casualmente, quatro dias depois, morta e abandonada num banheiro externo do imóvel residencial desocupado, sito à Rua Professor José Ranieri, 8-61, a menos de seis quadras de onde vista pela última vez. Corpo nu já em putrefação, trazia marcas de violência física, morte por estrangulamento e agressão sexual após decorrido o óbito.
O crime gerou revolta e comoção em Bauru e repercutiu em todo o Brasil: familiares da vítima, amigos e toda a sociedade alarmados. O crime consistiu em sequestro – na época dizia-se rapto, agressão física, estupro e estrangulamento da vítima. Caso público e midiático, todos na expectativa em saber quando, e que fosse logo, a polícia identificaria e prenderia o criminoso.
Assim que deparado o cadáver de Mara Lucia, a polícia judiciária de Bauru deu início às investigações, certo ou errado, na forma de pré-inquérito que levasse ao autor ou autores do delito, com diligências sumárias determinadas de ofício pelas autoridades responsáveis, não coibidas aquelas sem registros protocolares, visando agilidade e melhor suporte para o inquérito formal.
No 'Caso Mara Lucia' tanto a polícia, pressionada pela sociedade, quanto a mídia, ávida por notícias e divulgações visando audiência, se apressaram resolver o crime que chocara o país, mas não se conseguiu chegar ao verdadeiro autor. 

https://satopradolivro.blogspot.com.br
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HISTORIOGRAFIA PARA SANTA CRUZ DO RIO PARDO


O primeiro resgate histórico documental que se tem notícia, para Santa Cruz do Rio Pardo, desde os caminhos religiosos de 1608 e sesmarias de 1759 ao bandeirismo de José Theodoro de Souza, em 1851, com as transformações decorrentes das ocupações territoriais predatórias em territórios indígenas. Obra registrada pelos autores conforme ISBN: 978-85-913452-1-2.
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ISBN - DIREITOS AUTORAIS
DOS DIREITOS AUTORAIS

P 896s   Celso e Junko Sato Prado
"Historiografia para Santa Cruz do Rio Pardo"
                                  ou
"Santa Cruz do Rio Pardo  Historiografia" 
Autores, 2012
1280 Paginas  aproximadamente: suporte DVD 
Capa: "Mochileiro na trilha dos pioneiros"
Do livro-publicação 2012 

A1. Historiografia. 2.  Santa Cruz do Rio Pardo, SP. I. Prado, Celso. II. Prado Junko Sato. III. Título.
         CDD: 907

                                                Copyrigth© Celso Prado e Junko Sato Prado, 2012               
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-DAS CITAÇÕES, CRÉDITOS E REFERÊNCIAS
Vide bibliografia
http://www.satoprado.com/2010/04/bibliografia-creditos-referencias-e.html 

-OBSERVAÇÕES
Os autores atualizaram a Historiografia para Santa Cruz do Rio Pardo de conformidade com o trabalho Santa Cruz do Rio Pardo, Memórias, Documentos e referências - http://satoprado-ebook.blogspot.com.br/
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pradocel@gmail.com

ÍNDICE REMISSIVO

I  APRESENTAÇÃO
Atassalhando o véu das pressuposições
http://www.satoprado.com/2010/12/prealegados-historicos.html

III  RESGATES HISTÓRICOS INÉDITOS PARA SANTA CRUZ DO RIO PARDO
Os mais recentes documentos oficiais 'descobertos' que provam a real fundação e o desenolvimento do lugar, desde a década de 1850:
1.  BIOGRAFIA DE JOSÉ THEODORO DE SOUZA, O ÚLTIMO DOS BANDEIRANTES
http://www.satoprado.com/2010/04/biografia-de-jose-theodoro-de-souza.html

2.  SANTA CRUZ DO RIO PARDO - SUA ORIGEM E A BIOGRAFIA DOS FUNDADORES
     2.1.  MANOEL FRANCISCO SOARES
     2.2.  PADRE JOÃO DOMINGOS FIGUEIRA
http://www.satoprado.com/2010/04/santa-cruz-do-rio-pardo-origem-e.html

IV  CRONOLOGIA HISTÓRICA
Índice - Tábua dos assuntos tratados 

1847/1851: A GUERRA AOS ÍNDIOS
http://historiasantacruzdoriopardo.blogspot.com/2010/04/introducao-atuacoes-das-elites-nas.html
1.  QUANDO IS ÍNDIOS ERAM OS DONOS
      1.1.  CAIUÁ-GUARANI
      1.2.  OTI-XAVANTE
      1.3.  CAINGANGUE
      1.4.  DESTROÇOS TRIBAIS
      1.5.  RESISTÊNCIAS AOS CONQUISTADORES
2.  O CAPITALISMO CONTIDO NO ALTO DA SERRA BOTUCATU
3.  ETNOCÍDIOS PELAS RAZIAS E DADAS
4.  REGISTROS PAROQUIAIS DAS POSSES
5.  OCUPAÇÕES TERRITORIAIS
6.  ESTRATÉGIAS DE CONQUISTAS
7.  ÍNDIOS ALDEADOS
1851/1858 POVOADO E ASSENTAMENTOS
http://historiasantacruzdoriopardo.blogspot.com/2010/04/1851-1858-santa-cruz-do-rio-pardo.html 
-    ESCLARECIMENTOS
1.  APOSSAMENTOS
2.  CAPELA SÃO PEDRO NOS CAMINHOS DO SERTÃO
3.  AS PRIMEIRAS FAZENDAS
     3.1.  ENTRADAS PELO TURVO
     3.2.  ENTRADAS PELO ESPIGÃO PARDO / TURVO E PARDO ... DIREITA
     3.3.  ENTRADAS PELA MARGEM E VERTENTES DO PARDO À ESQUERDA
     3.4.  ENTRADAS PELAS RETAGUARDAS
     3.5.  ENTRADAS - HISTÓRIA REFERENCIADA
4.  DE CAPELA SÃO PEDRO PARA CAPELA SANTA CRUZ
5.  OS POVOADORES E HABITAÇÕES
1858/1864: CONQUISTAS CONSOLIDADAS
http://historiasantacruzdoriopardo.blogspot.com/2010/04/consolidacoes-para-o-povoado-1858-1864.html
1.  CAPELA JURISDICIONADA
2.  CAPELANIA VACANTE
3.  CONFIRMAÇÃO DE FREGUESIA
4.  VICARIATO
     4.1.  O PRIMEIRO VIGÁRIO
             4.1.1.  UMA NOVA MATRIZ
     4.2.  PADRES SUCESSORES DE FIGUEIRA 
5.  CEMITÉRIO 
     5.1.  DESTINAÇÕES DO TERRENO DO ANTIGO CEMITÉRIO
1864/1872: A GUERRA DO PARAGUAI E O SERTÃO - CONSEQUÊNCIAS 
1.  O ACONTECIMENTO
2.  DOS [POSSÍVEIS] COLONIZADORES JUDEUS
3.  SUBDELEGACIA DE DISTRITO
4.  A ORGANIZAÇÃO URBANA
1872/1876: DAS TRANSFORMAÇÕES SOCIAIS
2.  SUBDELEGACIA DE FREGUESIA
3.  DADOS CENSITÁRIOS
     3.1.  CENSO DE 1872
              3.1.1.  INEXATIDÃO CENSITÁRIA DE 1872
     3.2.  CENSO DE 1880
     3.3.  CENSO DE 1890
     3.4.  CENSO DE 1900
     3.5.  CENSO DE 1910
     3.6.  CENSO DE 1920
     3.7.  CENSO DE 1930
     3.8.  CENSO DE 1940
     3.9.  CENSO DE 1950
     3.10.  CENSO DE 1960
     3.11.  CENSO DE 1970
     3.12.  CENSO DE 1980
     3.13.  CENSO DE 1990
     3.14.  CENSO DE 2000
     3.15.  CENSO DE 2010 
4.  DOS NASCIDOS LIVRES DE MÃES ESCRAVAS
5.  FREGUESIA PRÓSPERA
6.  CONTESTAÇÕES DE DIVISAS
1876/1878: ORDENAÇÕES POLÍTICO-JURÍDICAS
1.  VILA
2.  ESTRUTURA POLÍTICO-PARTIDÁRIA - SÉCULO XIX
     2.1.  PARTIDO CONSERVADOR
     2.2.  PARTIDO LIBERAL
     2.3.  PARTIDO REPUBLICANO [PAULISTA]
3.  AS CÂMARAS MUNICIPAIS / INTENDÊNCIAS 
     3.1.  LEGISLATURA 1887/1880
     3.2.  LEGISLATURA 1881/1884 - NÃO CONCLUÍDA
              3.2.1.  ELEIÇÕES DE 1882
     3.3.  LEGISLATURA 1883/1886 - COM ANTECIPAÇÃO DE POSSE
     3.4.  LEGISLATURA 1887/1890 - MANDATO INTERROMPIDO EM 1889
              3.4.1.  GOLPE MILITAR DE 1889
              3.4.2.  NOMEAÇÃO DA INTENDÊNCIA MUNICIPAL - 1890/1892
      3.5.  CÂMARA E INTENDÊNCIA 1892/1894
      3.6.  CÂMARA E INTENDÊNCIA 1894/1896
      3.7.  CÂMARA E INTENDÊNCIA 1897/1899
      3.8.  CÂMARA E INTENDÊNCIA 1899/1901
      3.9.  CÂMARA E INTENDÊNCIA 1902/1904
      3.10.  CÂMARA E INTENDÊNCIA 1905/1907
      3.11.  CÂMARA E PREFEITURA 1908/1911
      3.12.  CÂMARA E PREFEITURA 1911/1914
      3.13.  CÂMARA E PREFEITURA 1914/1917
      3.14.  CÂMARA E PREFEITURA 1917/1920
      3.15.  CÂMARA E PREFEITURA 1920/1923
      3.16.  CÂMARA E PREFEITURA 1923/1926
      3.17.  CÂMARA E PREFEITURA 1926/1930
      3.18.  INTERVENTORIA 1930/1936
      3.19.  CÂMARA E PREFEITURA 1936/1939 - LEGISLATIVO DISSOLVIDO EM 1937
      3.20.  CONSELHO ADMINISTRATIVO E PREFEITOS NOMEADOS 1937/1947
      3.21.  CÂMARA E PREFEITO 1948 - ELEIÇÃO DIRETA PARA O EXECUTIVO 
      3.22.  MANDATO 1952/1955 - LEGISLATIVO E EXECUTIVO
      3.23.  MANDATO 1956/1959 - LEGISLATIVO E EXECUTIVO
      3.24.  MANDATO 1960/1963 - LEGISLATIVO E EXECUTIVO
      3.25.  MANDATO 1964/1968 - LEGISLATIVO E EXECUTIVO
      3.26.  MANDATO 1969/1972 - LEGISLATIVO E EXECUTIVO
      3.27.  MANDATO 1973/1976 - LEGISLATIVO E EXECUTIVO
      3.28.  MANDATO 1977/1982 - LEGISLATIVO E EXECUTIVO
      3.29.  MANDATO 1983/1989 - LEGISLATIVO E EXECUTIVO
      3.30.  MANDATO 1990/1992 - LEGISLATIVO E EXECUTIVO
      3.31.  MANDATO 1993/1996 - LEGISLATIVO E EXECUTIVO
      3.32.  MANDATO 1997/2000 - LEGISLATIVO E EXECUTIVO
      3.33.  MANDATO 2001/2004 - LEGISLATIVO E EXECUTIVO
      3.34.  MANDATO 2005/2008 - LEGISLATIVO E EXECUTIVO
      3.35.  MANDATO 2009/2012 - LEGISLATIVO E EXECUTIVO
APARTE POLÍTICO: QUEM O PRIMEIRO PREFEITO?
4.  JUIZADOS DE PAZ
5.  DELEGACIA DE POLÍCIA E A CADEIA PÚBLICA
6.  AGÊNCIA POSTAL
7.  TERMO DE COMARCA
8.  DA FORMAÇÃO JURÍDICA MUNICIPAL
9.  COMISSÃO EXPLORATÓRIA DE GOVERNO
10.  DAS EXAÇÕES TRIBUTÁRIAS
       10.1.  HISTÓRICO
       10.2.  DAS COMPETÊNCIAS
1878/1880: ESCOLAS PIONEIRAS
1.  ENSINO PÚBLICO
     1.1.  PRIMEIRAS LETRAS
     1.2.  CURSO PRIMÁRIO - GRUPOS ESCOLAR
     1.3.  CURSO TÉCNICO COMPLEMENTAR
     1.4.  ANTIGO CURSO GINASIAL
     1.5.  ESCOLAS DE 'ENSINO' SECUNDÁRIO
             1.5.1.  ESCOLA NORMAL
             1.5.2.  CURSO COLEGIAL MODALIDADES CLÁSSICO E CIENTÍFICO
             1.5.3.  CURSO TÉCNICO AGRÍCOLA E ECONOMIA DOMÉSTICA
2.  ENSINO PRIVADO
     2.1.  PRIMEIRAS LETRAS / ENSINO PRIMÁRIO
             2.1.1.  COLÉGIO NOSSA SENHORA DO AMPARO
             2.1.2.  ESCOLA PARTICULAR DE INSTRUÇÃO DE LEITURA
             2.1.3.  EXTERNATO COELHO NETO
             2.1.4.  PROFESSORES PARTICULARES - ATENDIMENTO DOMICILIAR
             2.1.5.  EXTERNATOS SANTA TEREZINHA E SANTA CRUZ
             2.1.6.  EXTERNATO SIQUEIRA DE CASTRO
             2.1.7.  ESCOLA DE INSTRUÇÃO PRIMÁRIA 13 DE MAIO
    2.2.  CURSO MUNICIPAL PREPARATÓRIO
    2.3.  CURSO CONFESSIONAL - SEMINÁRIO CATÓLICO
    2.4.  ENSINO LAICO - COLÉGIO COMPANHIA DE MARIA
    2.5.  ESCOLA TÉCNICA DE COMÉRCIO
    2.6.  ENSINO SECUNDÁRIO PARTICULAR RESIDENCIAL
    2.7.  CURSOS REGULAMENTARES DE ENSINO INFANTIL, FUNDAMENTAL E MÉDIO
             2.7.1.  ORGANIZAÇÃO APARECIDO PIMENTEL EDUCAÇÃO E CULTURA - OAPEC
             2.7.2.  COOPERATIVA EDUCACIONAL SCR PARDO - CAMÕES
             2.7.3.  CENTRO EDUCACIONAL SANTOS S/C - OBJETIVO
    2.8.  CURSOS SUPERIORES - OAPEC
1880/1886: FORMAÇÃO POLÍTICO-ADMINISTRATIVA
1.  DIVISAS E REGULARIZAÇÕES DE POSSES 
     1.1.  DAS POSSES
     1.2.  DIVISAS MUNICIPAIS
2.  DAS ELEIÇÕES PROVINCIAIS EM 1881 E 1883
     2.1.  REFORMA ELEITORAL - LEI SARAIVA
     2.2.  O 5º DISTRITO ELEITORAL DA PROVÍNCIA DE SÃO PAULO
3.  PERDAS TERRITORIAIS
4.  ALISTAMENTO MILITAR
5.  RECURSOS PARA OBRAS PÚBLICAS
6.  VENCIMENTOS DOS SERVIDORES MUNICIPAIS
7.  A ÁGUA POTÁVEL ATRAVÉS DOS REGOS
8.  CÓDIGO DE POSTURAS DE 1883
     8.1. ADITAMENTOS
9.  DELIMITAÇÕES DE ÁREAS E LEVANTAMENTOS DE CONSTRUÇÕES
10.  OS PODERES E O QUARTEL EM NOVO EDIFÍCIO
        10.1.  NOVO PRÉDIO PARA A CÂMARA E PREFEITURA
                   11.1.1.  OUTROS ENDEREÇOS PARA A PREFEITURA
        10.2.  DELEGACIA DE POLÍCIA EM OUTROS ENDEREÇOS
        10.3.  JUDICIÁRIO TAMBÉM DEIXOU O VELHO EDIFÍCIO
11.  PROGRESSISMOS
12.  A SAÚDE PÚBLICA
        12.1.  OS DOUTORES DO SERTÃO
        12.2.  OS PRIMEIROS PROFISSIONAIS MÉDICOS
                   12.2.1.  DR. SAMUEL GENUTA
                   12.2.2.  DR. JOÃO CANDIDO DE SOUZA FORTES
                   12.2.3.  DR. FRANCISCO DE PAULA DE ABREU SODRÉ
                   12.2.4.  DR. ERNESTO TORRES COTRIM
                   12.3.5.  DR. MANOEL RODRIGUES LEITE E OITICICA
                   12.2.6.  OUTROS PROFISSIONAIS MÉDICOS
                                -  1.  NOTA REFERENCIAL:  O ASSASSINATO DO MÉDICO LUIZ DE FILLIPI
                                -  2.  NOTA REFERENCIAL:  DR. APARECIDO RODRIGUES MOUCO - TRIBUTO
       12.3.  CIRURGIÕES DENTISTAS - PRIMEIROS NOMES
       12.4.  FARMACÊUTICOS, OFICIAIS, PRÁTICOS E AS FARMÁCIAS
       12.5.  ENFERMEIROS NOMEADOS
       12.6.  PARTEIRAS 'OFICIAIS'
13.  DOS AGRAVOS À SAÚDE 
       13.1.  DOS CEMITÉRIOS
       13.2.  DOS CUIDADOS COM O ABASTECIMENTO DE ÁGUA
       13.3.  O MATADOURO E A FISCALIZAÇÃO
       13.4.  LIXOS URBANOS E MEDIDAS SANEADORAS
       13.5.  ESTADO SANITÁRIO DE SANTA CRUZ EM 1915
       13.6.  MAS OS PROBLEMAS PERSISTIAM
       13.7.  DOS VÍCIOS, MENDICÂNCIAS E PROSTITUIÇÃO
       13.8.  AÇÕES EM SAÚDE PÚBLICA - DELEGACIA DE HIGIENE
       13.9.  AÇÕES NA EPIDEMIA DE VARÍOLA - SURTO DE 1891
       13.10.  EXTINÇÃO DA DELEGACIA DE HIGIENE
14.  NOSOCÔMIOS
        14.1.  LAZARETO OU GAFARIA?
        14.2.  CASA DE MISERICÓRDIA
        14.3.  HOSPITAL MATERNIDADE
15.  REPARTIÇÕES PÚBLICAS DE ATENDIMENTO À SAÚDE
       15.1.  DE POSTO DE HIGIENE A CENTRO DE SAÚDE
       15.2.  SERVIÇO DE TRACOMA E HIGIENE VISUAL
       15.3.  DELEGACIA DE SAÚDE
       15.4.  DISPENSÁRIO DE TUBERCULOSE
       15.5.  POSTO DE PUERICULTURA
16. ENTIDADES CARITATIVAS / ASSISTENCIAIS
       16.1.  IRMANDADE NOSSA SENHORA DO ROSÁRIO
       16.2.  IRMANDADE NOSSA SENHORA DO CARMO
       16.3.  SOCIEDADE SÃO VICENTE DE PAULO
       16.4.  A CRUZ VERMELHA BRASILEIRA - NOS TEMPOS DA GRIPE ESPANHOLA
       16.5.  ASILO [LAR] SÃO VICENTE DE PAULO
       16.6.  EDUCANDÁRIO NOSSA SENHORA APARECIDA
       16.7.  EDUCANDÁRIO LAR DA CRIANÇA
       16.8.  LAR FERMINO MAGNANI
       16.9.  CENTRO SOCIAL SÃO JOSÉ E A CASA DO MENOR
17.  ILUMINAÇÃO PÚBLICA
1886/1888: VIAS E MEIOS DE TRANSPORTES
1.  VIAS TERRESTRES
      1.1.  ESTRADA 'PIONEIRA' E SUAS LIGAÇÕES
      1.2.  ESTRADA 'BOIADEIRA' OU O 'CAMINHO DA INTEGRAÇÃO SERTANEJA'
      1.3.  VEÍCULOS A TRAÇÃO ANIMAL
      1.4.  VEÍCULOS AUTOMOTORES
2.  VIA FÉRREA
     2.1.  O RAMAL DA DÍVIDA - HERANÇA 'SODRELISTA'
1888/1891: ACONTECIMENTOS NOTÁVEIS
1.  ABOLIÇÃO DA ESCRAVATURA
     1.1.   A LIBERTAÇÃO DOS NEGROS
     1.2.  ACERCA DOS ESCRAVOS MULATOS
     1.3.  ESCRAVOS CAFUZOS
     1.4.  OS 'FORROS'
     1.5.  E OS ÍNDIOS CONTINUARAM ESCRAVIZADOS
             1.5.1.  DOS MAMALUCOS
             1.5.2.  RECOMENDAÇÃO: CATEQUESE À BALA
2.  SANTA CRUZ - SINOPSE DE 1888
3.  ARBORIZAÇÃO
4.  A LEI DA LAVOURA
5.  AS ÚLTIMAS REALIZAÇÕES DO IMPÉRIO
     5.1.  CRIAÇÕES DE CARGOS PÚBLICOS
     5.2.  ATO PROVINCIAL DE NOMEAÇÃO
6.  PRESBITERIANISMO
7.  GOLPE DE ESTADO: A PROCLAMAÇÃO DA REPÚBLICA
8.  COMARCA DE SANTA CRUZ DO RIO PARDO
      8.1.  O PODER JUDICIÁRIO
      8.2.  A PROMOTORIA PÚBLICA
9.  A MAÇONARIA
10.  AJUSTES TERRITORIAIS E DIVISAS
       10.1.  SÃO PEDRO DOS CAMPOS NOVOS DO TURVO
       10.2.  SÃO JOSÉ DO RIO NOVO - FREGUESIA
       10.3.  ÓLEO
       10.4.  SALTO GRANDE DO PARANAPANEMA
       10.5.  ILHA GRANDE 
       10.6.  ANEXAÇÕES TARDIAS
                  10.6.1.  MANDAGUARY
                  10.6.2.  SANTANA DA CACHOEIRA [IRAPÉ / CHAVANTES]
                  10.6.3.  BERNARDINO DE CAMPOS
                  10.6.4.  SODRÉLIA
                  10.6.5.  RIO TURVO (ESPÍRITO SANTO DO TURVO)
                  10.6.6.  CAPORANGA
                  10.6.7.  CLARÍNIA
 11.  REVOLUÇÕES E MOVIMENTOS ARMADOS
         11.1.  GOLPE MILITAR DE 1889
         11.2.  REVOLUÇÃO FEDERALISTA - 1893
         11.3.  REVOLUÇÃO DE 1924
         11.4.  SEDIÇÃO DE 1925
         11.5.  REVOLUÇÃO DE 1930
         11.6.  REVOLUÇÃO CONSTITUCIONALISTA DE 1932
         11.7.  GUERRA MUNDIAL
         11.7.1.  1ª GUERRA -1914/1918
         11.7.2.  2ª GUERRA - 1939/1945
         11.8.  REVOLUÇÃO CAMPONESA DE 1953
         11.9.  GOLPE MILITAR DE 1º DE ABRIL DE 1964
         11.10.  CONSEQUÊNCIAS - OS MARCADOS PELA LEI DE SEGURANÇA NACIONAL
1891: OS CORONÉIS E MANDATÁRIOS POLÍTICOS
I -  POLÍTICA INTERNA / REGIONAL
1.  JOAQUIM MANOEL DE ANDRADE
2.  CORONEL JOÃO BAPTISTA BOTELHO
     2.1.  O SUICÍDIO DO CORONEL BOTELHO
3.  AS FAMÍLIAS COSTA E ABREU SODRÉ
     3.1.  DR. ANTONIO JOSÉ DA COSTA JUNIOR - O CHEFE
     3.2.  DR. FRANCISCO DE PAULA DE ABREU SODRÉ
4.  CORONEL ANTONIO EVANGELISTA DA SILVA - TONICO LISTA
     4.1.  A QUEM INTERESSAVA A MORTE DE LISTA?
     4.2.  A VIDA PESSOAL / FAMILIAR DE TONICO LISTA
5.  TENENTE-CORONEL LEÔNIDAS DO AMARAL VIEIRA
6.  OS MANDATÁRIOS SEGUINTES
     6.1.  O PESSOALISMO DE ABERLARDO PINHEIRO GUIMARÃES
     6.2.  O CAUDILHO LEÔNIDAS 'LULU' CAMARINHA
     6.3.  O 'COMPADRIO' 
              6.3.1.  LUCIO CASANOVA NETO
              6.3.2.  ONOFRE ROSA DE OLIVEIRA
     6.4.  A POLÍTICA DO MEIO TERMO
              6.4.1.  CYRO DE MELLO CAMARINHA
              6.4.2.  ANICETO GONÇALVES
              6.4.3.  MANOEL CARLOS 'MANEZINHO' PEREIRA
              6.4.4.  MAURA SOARES ROMUALDO MACIEIRINHA
     6.5.  POPULISMO FORJICADO
              6.5.1.  CARLOS QUEIROZ
              6.5.2.  JOAQUIM SEVERINO MARTINS
              6.5.3.  CLÓVIS GUIMARÃES TEIXEIRA COLEHO
     6.6.  CACIQUISMO E CUMPLICIDADE DE ADILSON DONIZETI MIRA
II - REPRESENTANTES EM ASSEMBLEIAS, CÂMARA FEDERAL E SENADO
     1.  CORONEL EMYGDIO JOSÉ DA PIEDADE
     2.  DR. OLYMPIO RODRIGUES PIMENTEL
     3.  DR. CLEOPHANO PITAGUARY DE ARAUJO
     4.  DR. ANTONIO JOSÉ [DE MACEDO] DA COSTA JUNIOR
     5.  DR. FRANCISCO DE PAULA DE ABREU SODRÉ
     6.  TENENTE CORONEL LEÔNIDAS DO AMARAL VIEIRA
     7.  DR. ANTONIO CARLOS DE ABREU SODRÉ
     8.  PROFESSOR JUVENAL LINO DE MATOS
     9.  DR. LEÔNIDAS 'LULU' CAMARINHA
     10.  LUCIO CASANOVA NETO
     11.  DR. JOSÉ ABELARDO GUIMARÃES CAMARINHA
     12.  JOAQUIM SEVERINO MARTINS - SUPLENTE
     13.  DR. BENEDITO PINHEIRO RIBEIRO - SUPLENTE
     14.  DR. ISRAEL ZEKCER
     15.  DR. VANDERLEI SIRAQUE
1892/1895: A AGRICULTURA LIVRE E AS IMIGRAÇÕES
http://historiasantacruzdoriopardo.blogspot.com/2010/04/1893-cafeicultura-e-outras-grandes.html
1.  LOCALIZAÇÃO GEOGRÁFICA
2.  AS GRANDES FAZENDAS E OS FAZENDEIROS
3.  PRODUTIVIDADE CAFEEIRA
4.  IMIGRAÇÕES
     4.1.  OS IMIGRANTES ITALIANOS
     4.2.  OS JAPONESES
              4.2.1.  A 2ª GUERRA MUNDIAL,  SHINDO RENMEI E O DOPS
     4.3.  IMIGRANTES (FAMÍLIAS) DE OUTRAS NACIONALIDADES
5.  SOBREVALORIZAÇÃO DAS TERRAS
6.  QUESTIONÁRIO INDICATIVO DE PROSPERIDADE
-o-
1895: A IMPRENSA EM SANTA CRUZ DO RIO PARDO
http://historiasantacruzdoriopardo.blogspot.com/2010/04/1895-imprensa-escrita.html
1 -  IMPRENSA ESCRITA
      A)  PRINCIPAIS PERIÓDICOS 
            1.  O PARANAPANEMA - 1895
            2.  O REBATE (?) - 1902
            3.  CORREIO DO SERTÃO - 1902
            4.  O PROGRESSO - 1904
            5.  CORREIO DE SANTA CRUZ - 1908
            6.  CIDADE DE SANTA CRUZ / A CIDADE (...)
                 6.1.  CIDADE DE SANTA CRUZ - 1909
                 6.2.  A CIDADE DE SANTA CRUZ - 1920
                 6.3.  A CIDADE - 1923
                          6.3.1. A CIDADE COMERCIAL - 1939
           7.  O SUL PAULISTA - 1910
           8.  A ORDEM
                8.1.  A ORDEM - 1911
                8.2.  A ORDEM - 1921
          9.  O MUNICÍPIO - 1913
        10.  O CONTEMPORANEO - 1915
        11.  O TRABUCO - 1921
        12.  O JORNAL - 1928
        13.  O TRABALHO - 1931
        14.  SANTA CRUZ JORNAL - 1932
        15.  O REGIONAL
               15.1.  O REGIONAL - 1951
               15.2.  O REGIONAL - 1961
       16.  A FOLHA - 1959
       17.  O CENTENÁRIO - 1971
       18.  DEBATE - 1977
       19.  SANTA CRUZ NOTÍCIAS - 1983
       20.  SANTA CRUZ NEWS
 B)  PEQUENOS 'SIGNIFICATIVOS' JORNAIS 
       1.  O GRULHA 
       2.  A ALAVANCA
       3.  A COLMEIA
       4.  O INVISÍVEL / O MARTELO
       6.  GAROTO
       7.  GAZETA ESTUDANTINA
       8.  ALVORADA
       9.  O LANTERNA
      10.  FURINHO
      11.  O GALO
      12.  LAV EM NOTÍCIAS
II   IMPRENSA FALADA
     1.  EMISSORAS DE RÁDIO 
          1.1.  AM - SOCIEDADE RÁDIO DIFUSORA SANTA CRUZ LTDA
                  1.1.1. FM - ALVORADA - EXPERIMENTAL (CITAÇÃO)
          1.2.  FM - RÁDIO MORENA
          1.3.  FM - ALTERNATIVA (COMUNITÁRIA)
          1.4.  FM - RÁDIO BANDEIRANTES
1895/1900: FINAL DO SÉCULO
1.  A PONTE NOVA SOBRE O PARDO PELA RUA SALDANHA MARINHO
2.  ALGUNS FEITOS E ACONTECIMENTOS
     2.1.  OCORRÊNCIAS DE 1896
     2.2.  OCORRÊNCIAS ENTRE 1897/1898
3.  ABREU SODRÉ - O EXERCÍCIO ILEGAL DA MEDICINA
4. NOMEAÇÃO DE COMISSÃO PARA AGRICULTURA
5. GUARDA NACIONAL LOCAL
HISTÓRIA COMPLEMENTAR
1.  INFORMES GERAIS
2.  ENTRETENIMENTOS 
3.  DIVERSÕES: CULTURA, ESPORTE E LAZER
     3.1.  CINEMATÓGRAFO
     3.2.  CINEMAS
              3.2.1.  CINE ORIENTE - 1909/1914
              3.2.2.  CINE BRASIL - 1911/ ?
              3.2.3.  CINE SÃO LUIZ - 1911/1914
              3.2.4.  CINE 'THEATRE BIJOU' - 1911/?
              3.2.5.  CASSINO CINEMA - 1911/1912
              3.2.6.  'HIGH-LIFE' CINEMA - 1912/1912
              3.2.7.  CINE SANTA CRUZ - 1914/1946
              3.2.8.  CINE SÃO PEDRO / EMPRESA TEATRAL PEDUTTI - 1946/1987
     3.3.  TEATRO E CASAS DE ESPETÁCULOS 
              3.3.1.  SALÃO RAVEDUTTI
              3.3.2.  SALÃO NOBRE CÂMARA MUNICIPAL / TRIBUNAL DO JURI
              3.3.3.  SALÃO AURORA
     3.4.  CLUBES SOCIAIS, LITERÁRIOS E RECREATIVOS
             3.4.1.  DEMOCRATA 'CLUB'
             3.4.2.  CLUBE LITERÁRIO RECREATIVO
             3.4.3.  TABAJARA 'CLUB'
             3.4.4.  CLUBE DE ESCOTISMO
             3.4.5.  CLUBE 21 DE ABRIL
             3.4.6.  CLUBE NÁUTICO
             3.4.7.  CLUBE XV DE NOVEMBRO
             3.4.8.  CLUBE RECREATIVO PROGRESSO
             3.4.9.  ÉDEN 'CLUB'
             3.4.10.  GRÊMIO SANTA CRUZ   
             3.4.11.  CLUBE [DE] XADREZ
            3.4.12.  CLUBE DOS VINTE
            3.4.13.  CLUBE SOCIAL SOAREMA
            3.4.14.  ICAIÇARA CLUBE
            3.4.15.  UMUARAMA RÁDIO CLUBE
            3.4.16.  OUTROS CLUBES
   3.5.  CLUBES DESPORTIVOS
            3.5.1.  FUTEBOL
                        3.5.1.1.  ASSOCIAÇÃO ATLÉTICA SANTACRUZENSE
                        3.5.1.2.  ASSOCIAÇÃO OPERÁRIA SANTACRUZENSE
                                        - APARTE HISTÓRICO
                        3.5.1.3.  COMERCIAL FUTEBOL CLUBE
                        3.5.1.4.  ASSOCIAÇÃO ESPORTIVA SANTACRUZENSE
            3.5.2.  CLUBE DE PING-PONG
            3.5.3.  CLUBE DE NATAÇÃO E REGATAS RIO PARDO
            3.5.4.  CESTOBOL - BASQUETE
   3.6.  AS BANDAS E CONJUNTOS MUSICAIS
            3.6.1.  BANDA LYRA SÃO JOSÉ
            3.6.2.  BANDA CARLOS GOMES
            3.6.3.  BANDA SANTA CECÍLIA
            3.6.4.  BANDA UNIÃO DOS ARTISTAS
            3.6.5.  ORQUESTRA WOLF
            3.6.6.  CONJUNTO TABAJARA
            3.6.7.  CORPORAÇÃO MUSICA SETE DE SETEMBRO - INDEPENDENTE
            3.6.8.  CORPORAÇÃO MUSICAL MUNICIPAL
            3.6.9.  CONJUNTO MN 7
            3.6.10.  BANDA LIGHT BRASIL
            3.6.11.  BANDA LANDAU 1969
            3.6.12.  BLOCOS CARNAVALESCOS
            3.6.13.  OUTROS CONJUNTOS, BANDAS E ORQUESTRAS
   3.7.  CASAS DE PROSTITUIÇÃO
4.  TECNOLOGIAS EM COMUNICAÇÕES
      4.1.  TELEGRAFIA
      4.2.  TELEFONIA
               4.2.1.  TELEFONIA CELULAR
      4.3.  RÁDIO
      4.4.  TELEVISÃO
      4.5.  FAX
      4.6.  INTERNET
5.  SISTEMA FINANCEIRO E SEGURADORAS
     5.1.PRIMEIRAS CASAS DE CRÉDITO
            5.1.1.  BANCO DE CUSTEIO RURAL
            5.1.2.  CAIXA ECONÔMICA DO ESTADO DE SÃO PAULO
            4.1.3.  OUTRAS AGÊNCIAS BANCÁRIAS 
     5.2.  SEGURADORAS
              5.2.1.  COMPANHIA SUL AMÉRICA DE SEGUROS
              5.2.2.  SOCIEDADE NACIONAL DE SEGUROS
              5.2.3.  SOCIEDADE ANÔNIMA DE PREVIDÊNCIA E ECONOMIA
              5.2.4.  UNIÃO PAULISTA - SOCIEDADE MUTUALISTA
6.  A AGRICULTURA E OS SERVIÇOS INTERLIGADOS
     6.1.  ZOOTECNIA
     6.2.  EXPURGO    
     6.3.  DELEGACIA AGRÍCOLA
7.  DIAGNÓSTICO DO MUNICÍPIO EM 1926
8.  LOTEAMENTOS PIONEIROS
     8.1.  CENTRO E BAIRRO SÃO JOSÉ
              8.1.1.  VILA SAMARITANA
     8.2.  VILAS SANTA AURELIANA E SIDÉRIA
              8.2.1.  VILA DOS OITENTA
              8.2.2.  VILA [DO] ASSIS
     8.3.  ÁGUA DOS PIRES
              8.3.1.  PARQUE DAS NAÇÕES
     8.4.  BAIRRO DA ESTAÇÃO
              8.4.1.  VILA POPULAR
              8.4.2.  LOTEAMENTOS POSTERIORES
     8.5.  VILA [DO] SAUL
              8.5.1.  PARQUE SÃO JORGE
     8.6.  VILA MATIAS
              8.6.1.  LOTEAMENTOS ADIANTE
     8.7.  VILA FABIANO
              8.7.1.  VILAS MARISTELA E MADRE CARMEM
              8.7.2.  BOSQUE DOS EUCALIPTOS
              8.7.3.  FAVELAS EM TERRENOS DA USP
     8.8.  VILA JOAQUIM PAULINO
              8.8.1.  JARDIM ALVORADA
     8.9.  CHÁCARA [DO] PEIXE
DE ONDE OS CAMPOS E AS MATARIAS DO PARDO
1.  O ANTIGO DENOMINADO SUL PAULISTA
2.  O VALE DO PARDO
CRÉDITOS EXTERNOS*
1.  BIBLIOGRAFIA: CITAÇÕES COM OS CRÉDITOS E REFERÊNCIAS
2.  RECONHECIMENTOS E AGRADECIMENTOS ESPECIAIS
*Os autores guardam em 'SkyDrive', 'hard disk' e outros meios eletrônicos, as cópias das obras citadas e / ou mencionadas em bibliografia, que serviram como referências para elaboração e execução deste trabalho.
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